sábado, 5 de janeiro de 2008

Transparente como àgua turva

Você, que é de bom gosto, não vai perder o seu tempo lendo o texto difamante que as Peles ontem escreveram. Elas são exactamente aquilo que dizem que não: invejosas, maledicentes, malcriadas, mentirosas, queixinhas e lamentosas. É isso que as faz falar, insultando a verdade.
É quase um assassínio moral aquilo que elas disseram sobre o texto aqui em baixo, que se chama "Resistir". Primeiro só insinuaram, mas, como são linguareiras, acabaram por afirmar ser eu o autor do tal texto, fingindo-me de outra pessoa, para poder chamar por mim, como se eu fizesse falta. Isso é que foi o mais grave. Por isso tenho que explicar tudo bem explicadinho, pois não podem restar dúvidas, mesmo que improváveis.
A coisa passou-se assim, de forma abreviada: eu telefonei ao macaco; o macaco atendeu; eu pedi-lhe que voltasse; e ele pediu-me que eu também; o meu pedido foi dito; o dele acabou escrito ali no texto em baixo; e eu para já não sei dizer como é que aquilo aconteceu; mas, quando souber, eu digo.
Está tudo esclarecido? O texto que eu escrevi a pedir-me que voltasse, não fui eu, foi o macaco.
Transparente como água turva!

4 comentários:

Fadaboa disse...

Este sim, é você! O macaco? Nem pensar!Ele era la´capaz de escrever coisas destas!
Então andou a fazer telefonemas? A quem? À coelha ou ao galo?
Olhe que eu vou fadá-lo...

TempoBreve disse...

FadaBoa!

Até você que é fada se virou contra mim, dizendo que o que eu escrevi, não foi o macaco que escreveu, mas sim eu; e humilhando-me com essa insinuação de que eu seria capaz de telefonar ao meio galo ou à meia coelha. Não há dúvida que até parece que o mundo se virou contra mim.
Vá! Fade-me! Já estou por tudo. Fade-me de tudo o que houver de nobre ou de vil na natureza inteira: seja animal, seja vegetal, seja mineral.
Fade-me do que quiser; seja do que for, mas que seja coisa. Por isso lhe peço, de corda ao pescoço, que não me transforme em apoiante deste "PS", que isso é ser nada, ou menos que nada.
:-)

Maranhas disse...

Política com macaco?Dá igual a quê?Tá difícil?Olhe que não.Macacopu,macacopa,macacopó!Macacosó...sócra...!
Será ele?!

TempoBreve disse...

Olá, Maranhas?

Se continua com esse experimentalismo investigativo ainda acerta. Chamo-lhe, porém, para o facto de o macaco ser quase gente, e os "crates", esses não; além do mais, os macacos têm uma particularidade anatómica, que se chama coluna vertebral, os "ctates", não; os macacos lembram ao homem humanidades antigas, e os "crates" lembram aos homens, que ainda existem, as macaquices saloias de que são capazes para parecerem gente respeitável.
Os "crates" não são gente, nem quase gente,nem sequer meio gente; os macacos, esses são quase humanos, defendem a família, cuidam dos filhos, e os filhos conhecem seus pais.
Voltaremos a isto.
Um abraço.