terça-feira, 31 de julho de 2007

Quase uma oração

O Diário de Notícias de ontem, dia 30 de Julho, brindou os seus leitores com O Profeta, de Kahlil Gibran (1883 - 1931). Não podia ter um início melhor esta sua oferta de brindes de verão. É um livro magnífico.
O seu autor, um sírio nascido no Líbano e que viveu os últimos 20 anos da sua curta vida nos Estados Unidos, depurou-o durante 25 anos. Mas valeu a pena. É uma verdadeira pérola literária, onde se sente o pulsar mais profundo do coração e da mente humana, num ritmo cadenciado e vibrante.
O Profeta é tão pequeno quanto profundo. Os capítulos são breves e densos. E tudo isto de leitura agradável e fácil. Dá para ler e parar. Para ler e pensar. E voltar a ler meditando. E levar no bolso.
De que está à espera? Vá procurá-lo. Pode ser que ainda o encontre. Se não, há outras edições. E há sempre uma livraria perto de si. Mas cuidadinho com as traduções, sim?

4 comentários:

lucordeiro disse...

Primeiramente vim agradecer sua visita ao meu blog e do Sílvio Vasconcellos. Saber que do outro lado do mar tem alguém que é capaz de atravesá-lo para ler o que escrevemos é confortador. Principalmente qdo somos, como eu, escritores frustrados pq não conseguem publicar seus livros. Valeu mesmo, pela visita. Outra coisa, nunca li o autor que vc recomenda, embora já tenha vistos seus livros várias vezes. Mas vou tentar seguir seu conselho.
Beijos.

david santos disse...

Olá, Tempobreve!
"Cuidadinho com as traduções" "Pois mais vale prevenir que remediar" Estou de acordo.
Quanto à tua sugestão, sobre CA, tenho que te agradecer, pois a ideia foi muito oportuna.
Agora tenho que arranjar um novo método, caso contrário, já está tudo descoberto. Mas vou tentar fazer o melhor possível.

Mas ainda este ano vou lançar a discussão em redor de um grande talento português, idade média, nascido na beira interior, Distrito de Viseu, mas este tem uma grande história por causa da inquisição. ~Já estás a ver quem é, não estás? De Barroso, sapateiro. Mas não se diz nada a ninguém, ok? Abraços

TempoBreve disse...

Lu Cordeiro,

Eu é que sou devedor em relação à sua visita e ao seu amável texto. E devo dizer-lhe que é um prazer atirar-me ao mar para ler a Olegária sua, e a do Sílvio também.
Não se preocupe muito com a publicação clássica de que fala. Aliás, você já está publicando, que a sua Olegária existe e fala, e como fala,tendo os seus leitores, entre os quais me conto.E isso é que importa.
Você escreve bem, e o Sílvio também. Então, é só perseverar, "esfregando" a escrita, e não cedendo à tentação armadilhada do agrado fácil.
Em tendo tempo, que agora não, farei um comentário sobre o conteúdo e/ou a forma da "Olegária" que nos oferecem.
Um beijo só para si. Para o Sílvio, não. Para ele, um abraço.

:-)

TempoBreve disse...

David Santos,

Muito bom dia.
Surpreendeu-me com a sua visita e o seu comentário. Na verdade, no meio daquelas centenas de comentários que enchem a sua página tão interessante, pensei que nem encontraria o meu, tão pequenino.
Fui até si porque achei interessante o seu desafio.
Sim. Conheço o seu / nosso sapateiro. Gosto dele. Aguardo a sua iniciativa. E, claro, "não se diz nada a ninguém".
Um abraço.